Arquitectura . Arquitectura de Interiores, Design Para o Contexto

Hotel Penta, 1971, Lisboa

Arquitectura de interiores, mobiliário e grafismos em áreas públicas – recepção e circulações, restaurantes, salas de reuniões, quartos e suítes.

Na arquitectura de interiores do Hotel Penta, os grafismos foram investidos duma especial importância. Os padrões tartan das alcatifas dos pavimentos, especialmente desenhados como evocação da origem inglesa do empreendimento, constituíram um dos principais meios usados para promover a animação das áreas de público. A caracterização diferenciada dos ambientes.

resultava da variação das cores dominantes, em função dos usos previstos para cada espaço. De modo semelhante, a sinalização interior, para além da sua função corrente de identificação de espaços e percursos, iria, em situações particulares, actuar como complemento decorativo, estabelecendo pontuações inesperadas no conjunto. Assim, por exemplo, os painéis de identificação dos pisos, colocados nos átrios dos elevadores, foram materializados como tapeçarias de colorido vibrante, composições plásticas fragmentadas e dinâmicas.

Os primeiros estudos das tapeçarias são realizados na vertical evoluindo para um estudo fragmentado da tapeçaria encaixando de melhor forma no espaço arquitectónico dos átrios dos elevadores. Resultado do trabalho de inventariação do espólio no atelier Daciano da Costa, tomámos a iniciativa de materializar, pela primeira vez, os estudos então nunca concretizados, criando duas linhas:Linha Penta, Linha Penta Fragmentos.

  • Cliente

    Soteis - Sociedade Internacional de Turismo

  • Projecto Geral de Arquitectura

    Frederico George e Manuel Magalhães, com Daciano da Costa

  • Equipa de Projecto

    Daciano da Costa, Cristóvão Macara, Oterelo dos Santos, Guilhermina Campos, Jorge Cid

  • Outras Participações

    Outras Participações: Gonçalo Ribeiro Telles e Francisco Caldeira Cabral, arquitectos paisagistas (arquitectura paisagista); Risco (grafismos e sinalização interior); Fernando Conduto (escultura); Maria Velez, Sá Nogueira e Charrua (tapeçarias)
    Construtores: Sociedade de Construções ERG (empreiteiro geral, TAP - Direcção de Serviço de Obras/José Godinho, engenheiro, (coordenação geral e fiscalização)
    Fabricantes do Mobiliário: Metalúrgica da Longra, Móveis Sousa Braga, Móveis Campos, Olaio, António Martins Sampaio, Tapetes Vitória (alcatifas)
    Obra actual com alterações pelo Atelier Daciano da Costa em 1986-1990.

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